terça-feira, 20 de dezembro de 2016

A diretora de cinema feminista perseguida pelo movimento feminista



Cassie Jaye é uma diretora de cinema feminista norte americana que decidiu retratar nas telonas um movimento curioso, até então pouco documentado: o Men’s Rights Movement.

Cassie já possuía um currículo militante antes de lançar a obra – The Red Pill – e chegou a vencer dois prêmios em festivais internacionais de cinema, com um documentário falando sobre a dificuldade das mães solteiras e outro sobre o casamento gay.

A ideia original com The Red Pill era tentar entender como funciona um movimento de direito dos homens e por que raios ele justifica sua existência. Cassie, no entanto, decidiu fazer isso de um modo que irritaria profundamente o movimento feminista: com uma abordagem imparcial.

Foi à gota d’água. Para o movimento feminista, ao dar uma voz ao Men’s Rights Movement e retratá-lo da forma menos enviesada possível, ouvindo os dois lados da história, Cassey acabou se transformando numa propagandista da “cultura machista”.

Eu comecei a convidar feministas para serem entrevistadas para o filme. Tivemos uma autora popular feminista que estava programada para estar no filme. Depois de nos dirigirmos até Los Angeles, ela cancelou na noite anterior alegando que se sentia ‘insegura'”, ela conta.

Perseguida, viu o Kino Cinema, de Melbourne, ser forçado a cancelar a estreia do filme graças à pressão sofrida pelo movimento feminista pela internet.

Para Cassey, só há uma opção possível para levar sua obra adiante sem qualquer problema: construindo um documentário enviesado.

Fonte:
http://spotniks.com/7-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-nos-ultimos-meses/

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