Com tanta coisa pra ajustar no mundo, tantas causas para militar, tantas questões para problematizar, os estudos evidentemente acabam se tornando um grande fardo na vida dos justiceiros sociais. Simplesmente não há tempo. Foi pensando nisso que os estudantes da Oberlin College, uma instituição privada historicamente reconhecida como progressista, estão assinando uma petição para proibir os seus professores de darem notas inferior a C (o equivalente a uma nota entre 6 e 7,9) aos seus alunos. A justificativa? Eles estão se atrapalhando nos estudos porque dedicam muito tempo a participar e organizar protestos. A petição já recebeu mais de 1.300 assinaturas até o momento.
Segundo a New Yorker, Oberlin é “o centro da tempestade atual” de ativismo em campus universitários, com os alunos fortemente envolvidos em questões como a diversidade em sala de aula, a desigualdade racial e a injustiça social. No final do ano passado, a Black Student Union lançou uma lista de 50 “demandas institucionais” para a universidade, entre elas pagar $ 8,20 por hora para os estudantes negros que organizam protestos. No documento, com 14 páginas, a organização diz que a Oberlin College “funciona nas premissas do imperialismo, da supremacia branca, do capitalismo, do capacitismo e do heteropatriarcado cissexista”.
A educação possui oficialmente uma nova função por lá. E ela definitivamente não é passar conhecimento adiante.
Fonte:
http://spotniks.com/10-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-em-2016/
Para você amigo, que assim como eu, esta de saco cheio da estratégia de manipulação denominada de filosofia do "politicamente correto"....Ah como eu odeio George Soros!!!!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Os estudantes que protestam contra as aulas de inglês porque há muitos poetas homens e brancos na língua inglesa
Na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, estudantes de inglês enviaram uma petição ao departamento do curso. O pedido é categórico: querem a retirada do estudo dos “grandes poetas ingleses” nas matérias introdutórias que servem de pré-requisito para outras disciplinas. A razão? O fato de que eles são escritores brancos do sexo masculino.
“É inaceitável que um estudante de Yale que queira introduzir-se na literatura inglesa deva ler apenas autores brancos do sexo masculino”, diz a petição.
Em Yale, os alunos têm de estudar Geoffrey Chaucer, Edmund Spenser, William Shakespeare e John Donne no semestre do outono e, então, John Milton, Alexander Pope, William Wordsworth e TS Eliot, no semestre da primavera. De acordo com o texto, priorizar esses escritores cria uma cultura “especialmente hostil aos estudantes de cor”. Com essa escolha, apontam os alunos, a universidade não prepara seus estudantes para fazerem estudos “de alto nível relativos à raça, sexo, sexualidade, etnia, nacionalidade”.
Um das figuras por trás do protesto é Adriana Miele, uma estudante que em abril escreveu um artigo de opinião onde criticava o curso porque nele os estudantes “são ensinados a analisar obras literárias canônicas”, mas “não são ensinados a questionar por que é que são canônicas, ou as implicações das obras canônicas que oprimem e marginalizam as pessoas não-brancas, mulheres, trans e gay”. Para ela, “é possível tirar uma licenciatura em língua inglesa apenas lendo autores homens e brancos. Muitos estudantes não leem uma única autora mulher em duas disciplinas fundamentais do curso”.
Catherine Nicholson, a professora responsável por ensinar a matéria dos “grandes poetas ingleses”, elogiou o questionamento dos alunos, mas defendeu que a disciplina em si, pelo conhecimento que carrega, não é uma ferramenta de exclusão, mas um exercício de “resistência e libertação”.
Na petição, que segundo o Yale Daily News até o final de maio já contava com 160 assinaturas (num universo de 200 estudantes), os alunos pedem para “que os grandes poetas ingleses sejam abolidos” do curso.
Quase cinco séculos depois de ter revolucionado a literatura ocidental, nem William Shakespeare escapa dos justiceiros sociais.
Fonte:
http://spotniks.com/10-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-em-2016/
“É inaceitável que um estudante de Yale que queira introduzir-se na literatura inglesa deva ler apenas autores brancos do sexo masculino”, diz a petição.
Em Yale, os alunos têm de estudar Geoffrey Chaucer, Edmund Spenser, William Shakespeare e John Donne no semestre do outono e, então, John Milton, Alexander Pope, William Wordsworth e TS Eliot, no semestre da primavera. De acordo com o texto, priorizar esses escritores cria uma cultura “especialmente hostil aos estudantes de cor”. Com essa escolha, apontam os alunos, a universidade não prepara seus estudantes para fazerem estudos “de alto nível relativos à raça, sexo, sexualidade, etnia, nacionalidade”.
Um das figuras por trás do protesto é Adriana Miele, uma estudante que em abril escreveu um artigo de opinião onde criticava o curso porque nele os estudantes “são ensinados a analisar obras literárias canônicas”, mas “não são ensinados a questionar por que é que são canônicas, ou as implicações das obras canônicas que oprimem e marginalizam as pessoas não-brancas, mulheres, trans e gay”. Para ela, “é possível tirar uma licenciatura em língua inglesa apenas lendo autores homens e brancos. Muitos estudantes não leem uma única autora mulher em duas disciplinas fundamentais do curso”.
Catherine Nicholson, a professora responsável por ensinar a matéria dos “grandes poetas ingleses”, elogiou o questionamento dos alunos, mas defendeu que a disciplina em si, pelo conhecimento que carrega, não é uma ferramenta de exclusão, mas um exercício de “resistência e libertação”.
Na petição, que segundo o Yale Daily News até o final de maio já contava com 160 assinaturas (num universo de 200 estudantes), os alunos pedem para “que os grandes poetas ingleses sejam abolidos” do curso.
Quase cinco séculos depois de ter revolucionado a literatura ocidental, nem William Shakespeare escapa dos justiceiros sociais.
Fonte:
http://spotniks.com/10-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-em-2016/
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Feministas atacam página de barbearia masculina por não atender mulher
Na última sexta feira, dia 13, uma feminista resolveu entrar na barbearia Dom Filippo, localizada em Americana – SP, solicitando um corte de cabelo, e foi informada pelos funcionários da barbearia – focada em barbas, cabelos e bigodes masculinos – que não poderiam realizar o serviço porque o estabelecimento não atende mulheres.
Isso bastou para que a feminista se alterasse e armasse um escândalo, xingando o estabelecimento e desrespeitando os profissionais. Como se não fosse suficiente o escândalo no local, a feminista utilizou as redes sociais para denegrir a imagem da barbearia e inventar mentiras ao dizer que foi desrespeitada e humilhada por ser mulher, levando as militantes feministas a atacarem a página do estabelecimento no Facebook de forma bem semelhante ao que aconteceu com uma loja de móveis recentemente.
A feminista criou uma fanfic para se vitimizar com o acontecimento. O perfil foi posteriormente apagado.
A fanfic foi suficiente para as feministas atacarem a página da barbearia com notas baixas
A proprietária do estabelecimento esclareceu na página da barbearia o que aconteceu e também afirmou que o escândalo da feminista foi presenciado por outras testemunhas além dos barbeiros.
Vale lembrar que diversos salões de beleza com foco no público feminino adotam a política de “homem não entra”, ou seja, homens não são atendidos e sequer podem entrar no estabelecimento, e isso nunca foi questionado ou visto como “política discriminatória”.
Isso bastou para que a feminista se alterasse e armasse um escândalo, xingando o estabelecimento e desrespeitando os profissionais. Como se não fosse suficiente o escândalo no local, a feminista utilizou as redes sociais para denegrir a imagem da barbearia e inventar mentiras ao dizer que foi desrespeitada e humilhada por ser mulher, levando as militantes feministas a atacarem a página do estabelecimento no Facebook de forma bem semelhante ao que aconteceu com uma loja de móveis recentemente.
A feminista criou uma fanfic para se vitimizar com o acontecimento. O perfil foi posteriormente apagado.
A fanfic foi suficiente para as feministas atacarem a página da barbearia com notas baixas
A proprietária do estabelecimento esclareceu na página da barbearia o que aconteceu e também afirmou que o escândalo da feminista foi presenciado por outras testemunhas além dos barbeiros.
Vale lembrar que diversos salões de beleza com foco no público feminino adotam a política de “homem não entra”, ou seja, homens não são atendidos e sequer podem entrar no estabelecimento, e isso nunca foi questionado ou visto como “política discriminatória”.
Fonte:
Universitários propõem retirar Platão, Kant e Descartes do currículo porque são “filósofos brancos”
O Diretório Acadêmico da Escola de Estudos Orientais e Africanos da
Universidade de Londres (SOAS, sigla em inglês) está propondo duas
prioridades educacionais bem peculiares para o ano de 2017.
A primeira é “descolonizar” a instituição, exigindo que o estudo de “filósofos brancos” como Platão, Kant e René Descartes seja excluído do currículo dos cursos para dar lugar ao estudo de filósofos africanos e orientais. E caso o estudo desses “filósofos brancos” seja requerido, deve ser debatido com “pensamento crítico” para retirar o “legado de colonialismo estrutural e epistemológico” da universidade.
A segunda trata-se de uma campanha para pressionar a Universidade de Londres a providenciar bolsas de estudos e moradia para refugiados. O argumento é que a educação deve ir além das fronteiras, independente do status dos refugiados. Com isso, o SOAS pretende passar uma imagem progressista e diversificada.
A iniciativa foi criticada por diversos acadêmicos. O vice-chanceler da Universidade de Buckingham, Anthony Seldon, salientou que o politicamente correto está se tornando algo fora de controle e que o mundo tem que ser entendido como realmente é, e que a história não pode ser reescrita como alguns desejam.
Fonte:
http://www.ilisp.org/noticias/universitarios-propoem-retirar-platao-kant-e-descartes-do-curriculo-porque-sao-brancos/
A primeira é “descolonizar” a instituição, exigindo que o estudo de “filósofos brancos” como Platão, Kant e René Descartes seja excluído do currículo dos cursos para dar lugar ao estudo de filósofos africanos e orientais. E caso o estudo desses “filósofos brancos” seja requerido, deve ser debatido com “pensamento crítico” para retirar o “legado de colonialismo estrutural e epistemológico” da universidade.
A segunda trata-se de uma campanha para pressionar a Universidade de Londres a providenciar bolsas de estudos e moradia para refugiados. O argumento é que a educação deve ir além das fronteiras, independente do status dos refugiados. Com isso, o SOAS pretende passar uma imagem progressista e diversificada.
A iniciativa foi criticada por diversos acadêmicos. O vice-chanceler da Universidade de Buckingham, Anthony Seldon, salientou que o politicamente correto está se tornando algo fora de controle e que o mundo tem que ser entendido como realmente é, e que a história não pode ser reescrita como alguns desejam.
Fonte:
http://www.ilisp.org/noticias/universitarios-propoem-retirar-platao-kant-e-descartes-do-curriculo-porque-sao-brancos/
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
O vilão que só pode agredir personagens masculinos

Eu poderia apostar que você leu essa notícia recentemente. Nem Apocalipse, um dos maiores vilões da história das histórias em quadrinho, com mais de cinco mil anos de idade, que já foi considerado deus por muitas civilizações, possui uma ampla gama de poderes, é imortal, um dos seres mais inteligentes do universo, já derrotou o Conde Drácula (duas vezes!) e é uma das figuras mais temidas do universo Marvel, conseguiu escapar das garras do politicamente correto. E tudo isso por conta de um cartaz onde o vilão asfixiava a personagem Mística, interpretada por Jennifer Lawrence, no último filme da franquia “X-Men”.
O burburinho começou pelas redes sociais. E então se potencializou quando a atriz Rose McGowan decidiu criticar a produção:
“F***-se essa merda. Há um imenso problema quando as pessoas da 20th Century Fox acham que violência contra mulher é a melhor forma de divulgar um filme.”
Pois é. Toda maldade de uma das figuras mais vilanescas da série virou uma mera questão de machismo. E o que a Fox, a responsável pelo filme, fez? Pediu desculpas, claro.
“Em nosso entusiasmo para mostrar a maldade do personagem Apocalipse, não percebemos de imediato a conotação perturbadora desta imagem”, disse o estúdio num comunicado divulgado nos Estados Unidos. “Assim que percebemos o quão indelicada ela era, rapidamente tomamos medidas para remover todo o material. Pedimos desculpas pelas nossas ações e nunca apoiaríamos a violência contra as mulheres.”
Apocalipse atravessou cinco mil anos de história para ser finalmente derrotado pelos justiceiros sociais.
Fonte:
http://spotniks.com/10-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-em-2016/
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