Ela se chama Mariana Däffner. É brasileira, tem 22 anos e é esgrimista, atleta do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo. Há poucos dias, ao estacionar o carro da família nos arredores do bairro Menino Deus, em Porto Alegre, Mariana foi acometida por um desses problemas que afetam milhares de brasileiros todos os anos, entregues ao completo abandono da segurança pública no país: um assalto.
“Eles pediram pela chave do carro e eu entrei em pânico. Não sabia o que fazer, congelei. Comecei a procurar pela chave nos bolsos, mas não a encontrava. Eles estavam armados e me ameaçavam, diziam para eu não gritar. Eu não achava a chave para entregar e comecei a gritar. Nesse momento, eles procuraram a chave, não a acharam, levaram meu celular e foram embora. Na fuga, um dos caras atirou. O tiro atravessou o meu braço e passou de raspão na minha barriga. Gritei por socorro, algumas pessoas vieram me socorrer e encontraram a chave. Estava no porta-malas mesmo.”
Após passar por duas cirurgias, colocar uma haste e dez parafusos no braço, e lidar com o trauma de ver a sua vida no absoluto controle de alguns assaltantes, Mariana concedeu uma entrevista ao Zero Hora.
“Qual a sensação que fica desse episódio?
De descrença, de não acreditar que aconteceu comigo. Só me dei conta que havia sido assaltada e levado um tiro quando estava no carro da Brigada Militar e olhei para a minha mão. Tento não pensar na questão da criminalidade, da impotência e da vulnerabilidade que temos como cidadãos. Tento pensar na sorte que tive no meio desse episódio de total azar.
Você diria alguma coisa aos rapazes que lhe assaltaram?
Só consigo pensar em desculpas. Eu sinto muito, porque, infelizmente, o que aconteceu comigo é reflexo da sociedade em que vivemos.
Você gostaria de pedir desculpas a eles?
Sim.
Por quê?
Porque assim como fui vítima, eles são vítimas de tudo que vivemos hoje. É muito frustrante passar por uma situação como essa e ver que as pessoas se colocam nessas posições para sobreviver.
Você não sente raiva, então.
Não.”
E o que mais poderia sentir? No mundo orwelliano construído pelos justiceiros sociais guerra é paz, liberdade é escravidão e ignorância é força.
Fonte:
http://spotniks.com/10-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-em-2016/
Para você amigo, que assim como eu, esta de saco cheio da estratégia de manipulação denominada de filosofia do "politicamente correto"....Ah como eu odeio George Soros!!!!
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
O ato de intolerância ao Budismo movido pela ignorância de um delegado e dois deputados....
(12/02/2010) Na Gávea na zona sul do Rio, Policiais civis apreenderam um biombo com cerca de dois metros de altura que traz a figura de um Buda com a cruz suástica no peito, na loja de bijuterias e decoração oriental Cheia de Graça. Atenderam a uma denúncia de que a imagem faz apologia ao nazismo.
"Vamos apurar também junto ao fabricante da peça, no Rio Grande do Sul, se há tentativa de propaganda escamoteada" afirmou inclusive o delegado Henrique Pessoa, responsável pelo Núcleo de Combate à Intolerância Religiosa.
(Caro doutor, HÁ realmente tentativa de propaganda....do budismo, explicarei mais abaixo e creio que o senhor me entenderá.... curioso é que este ato foi um ato de INTOLERÂNCIA RELIGIOSA AOS BUDISTAS EM NOSSO PAIS..... INCLUINDO EU).
Estupefatos, os proprietários da loja não compreenderam a ação.
Isso tudo é de uma ignorância sem comentários. Esse símbolo existe na cultura oriental há mais de 5 mil anos, quando o nazismo nem pensava em nascer. Tentei evitar a confusão, mas não teve jeito: a polícia apreendeu o biombo e eu estou nervosa até agora com essas acusações desabafou a proprietária Samara Nolding.
Autores da denúncia, o deputado estadual Gerson Bergher e a vereadora Teresa Bergher, ambos do PSDB, acompanharam a operação junto com membros da colônia judaica. A ignorância e o preconceito estiveram em peso nesta operação.
Vivemos em um mundo globalizado e ninguém pode desconhecer o que é a cruz suástica. Criada pelos povos antigos como um símbolo do bem, ela foi incorporada ao nazismo por Adolf Hitler. A sociedade deve denunciar protestou Teresa.
Bem, me pergunto denunciar o que Vereadora Teresa? apenas se for vossa atestada falta de conhecimento sobre o assunto ou mesmo da ignorância geral com relação a cultura oriental, talves fosse mais saudável a senhora ir acompanhada por membros da colonia japonesa ou chinesa também, deixe-me explica-lhe nobre vereadora:
A senhora esta vendo a "swastica" no peito de Sidarta Gautama, o Buda??? É chamada no Japão de MANJI,
É um simbolo adotado pelo BUDISMO, porem tem origens ainda mais antigas, na India e representa a roda do sol.
Hitler...minha senhora...adotou este simbolo pois era simplesmente era fascinado por magia e cultura oriental, tanto que chegou a enviar equipes para pesquisas sobre a origem "ariana" dos alemães pelo mundo.
Porem se a senhora reparar, o que acho que não o fez, as rodas estão invertidas se comparadas a Sovastica nazista, como pode ser visto abaixo.
"Vamos apurar também junto ao fabricante da peça, no Rio Grande do Sul, se há tentativa de propaganda escamoteada" afirmou inclusive o delegado Henrique Pessoa, responsável pelo Núcleo de Combate à Intolerância Religiosa.
(Caro doutor, HÁ realmente tentativa de propaganda....do budismo, explicarei mais abaixo e creio que o senhor me entenderá.... curioso é que este ato foi um ato de INTOLERÂNCIA RELIGIOSA AOS BUDISTAS EM NOSSO PAIS..... INCLUINDO EU).
Estupefatos, os proprietários da loja não compreenderam a ação.
Isso tudo é de uma ignorância sem comentários. Esse símbolo existe na cultura oriental há mais de 5 mil anos, quando o nazismo nem pensava em nascer. Tentei evitar a confusão, mas não teve jeito: a polícia apreendeu o biombo e eu estou nervosa até agora com essas acusações desabafou a proprietária Samara Nolding.
Autores da denúncia, o deputado estadual Gerson Bergher e a vereadora Teresa Bergher, ambos do PSDB, acompanharam a operação junto com membros da colônia judaica. A ignorância e o preconceito estiveram em peso nesta operação.
Vivemos em um mundo globalizado e ninguém pode desconhecer o que é a cruz suástica. Criada pelos povos antigos como um símbolo do bem, ela foi incorporada ao nazismo por Adolf Hitler. A sociedade deve denunciar protestou Teresa.
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| Buda com manji |
A senhora esta vendo a "swastica" no peito de Sidarta Gautama, o Buda??? É chamada no Japão de MANJI,
É um simbolo adotado pelo BUDISMO, porem tem origens ainda mais antigas, na India e representa a roda do sol.
Hitler...minha senhora...adotou este simbolo pois era simplesmente era fascinado por magia e cultura oriental, tanto que chegou a enviar equipes para pesquisas sobre a origem "ariana" dos alemães pelo mundo.
Porem se a senhora reparar, o que acho que não o fez, as rodas estão invertidas se comparadas a Sovastica nazista, como pode ser visto abaixo.
Suastica e Sovastica.
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| Membro da RedSwastika Society, um nazista??? |
Os pálios da Sovástica (Suástica Nazista) estavam dispostos no sentido anti-horário (da direita para a esquerda, numa representação clara das forças involutivas) porém de forma inclinada para cima, numa alusão a ascensão do III Reich, enquanto da suastica representa as forças da criação.
Um pouco menos de medo, uma dose a mais de bom senso, aliado a um pouco de pesquisa tivessem evitado a senhora Samara Nolding tanto constrangimento, não acham, nobres deputados e senhor delegado?
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
A procuradora que subverteu Gandhi ao defender cotas raciais....
Em 25/04/2012, citando Mahatma Gandhi, segundo o qual, quando você dá um passo
adiante e obtém um avanço, está destinado a perturbar algo, a
procuradora federal Indira Ernesto Silva Quaresma disse que é esse o
caso das cotas raciais instituídas pioneiramente pela Universidade de
Brasília (UnB) em instituições de ensino superior do país.
Em defesa das cotas, a procuradora federal, que representou no Plenário do STF a Universidade de Brasília (UnB), disse que, 124 anos depois da abolição da escravatura, o negro continua marginalizado no país, pois a ele se negaram terras, educação, acesso à riqueza.
Pregar a igualdade realçando as diferenças.... politica esquisita não? bem vamos ao que interessa neste caso....
Se esta procuradora se aprofundasse no que fala, JAMAIS teria citado Gandhi ao defender "cotas raciais" no pais, afinal Gandhi era completamente OPOSTO a ideia de COTAS...
Em 1932, durante negociações em Londres para a reforma da constituição da Índia, representantes indianos estavam a ponto de aprovar um sistema eleitoral com votos separados, reservando um número mínimo de cadeiras no parlamento para os intocáveis e adeptos de religiões com menos expressão, como os budistas e muçulmanos. B. R. Ambedkar, representante das castas rebaixadas, acreditava que esse era o melhor meio de evitar que o poder se concentrasse entre hindus
privilegiados.
O governo britânico já havia dado um ok a um sistema provisório de cotas quando Gandhi entrou em greve de fome contra a proposta. Ele dizia que o sistema aumentaria a discriminação e dividiria ainda mais os indianos. Depois de uma semana de um jejum dramático, o governo britânico e o representante dos intocáveis recuaram da decisão.
Em defesa das cotas, a procuradora federal, que representou no Plenário do STF a Universidade de Brasília (UnB), disse que, 124 anos depois da abolição da escravatura, o negro continua marginalizado no país, pois a ele se negaram terras, educação, acesso à riqueza.
Pregar a igualdade realçando as diferenças.... politica esquisita não? bem vamos ao que interessa neste caso....
Se esta procuradora se aprofundasse no que fala, JAMAIS teria citado Gandhi ao defender "cotas raciais" no pais, afinal Gandhi era completamente OPOSTO a ideia de COTAS...
Em 1932, durante negociações em Londres para a reforma da constituição da Índia, representantes indianos estavam a ponto de aprovar um sistema eleitoral com votos separados, reservando um número mínimo de cadeiras no parlamento para os intocáveis e adeptos de religiões com menos expressão, como os budistas e muçulmanos. B. R. Ambedkar, representante das castas rebaixadas, acreditava que esse era o melhor meio de evitar que o poder se concentrasse entre hindus
privilegiados.
O governo britânico já havia dado um ok a um sistema provisório de cotas quando Gandhi entrou em greve de fome contra a proposta. Ele dizia que o sistema aumentaria a discriminação e dividiria ainda mais os indianos. Depois de uma semana de um jejum dramático, o governo britânico e o representante dos intocáveis recuaram da decisão.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
A pesquisa entregue a estudantes de literatura para mapear o quão privilegiados eles são
Você é um privilegiado por sua cor de pele? Tem certeza disso?
Essa é a grande dúvida de um professor de literatura da Aloha High School, uma escola de segundo grau do estado americano de Oregon.
A pesquisa pediu para os alunos considerarem uma série de declarações sobre raça e classificar seus comentários em uma escala de 0 (raramente ou não verdadeiro) a 5 (frequentemente verdadeiro) de acordo com as suas experiências pessoais.
No teste, os alunos foram expostos a questões do tipo:
- Eu posso ligar a televisão ou abrir a primeira página do jornal e ver pessoas da minha raça amplamente e positivamente representadas.
- Eu posso ir à maioria dos supermercados e encontrar alimentos de primeira necessidade que se ajustam às minhas tradições raciais/étnicas; eu posso ir a qualquer salão de cabeleireiro e encontrar alguém que possa cortar o meu cabelo.
- Eu nunca sou solicitado para falar em nome de todas as pessoas do meu grupo racial.
O porta voz da escola, Maureen Wheeler, disse à KGW que a pesquisa abrange questões que afetam os EUA de hoje. Seu objetivo, segundo ele, é fazer com que o aluno possa “ganhar a empatia, a compreensão e construir pontes”.
O teste, no entanto, irritou evidentemente muitos pais de alunos. Jason Schmidt, cujo filho mais velho está matriculado na Aloha High School, não vê o levantamento com os mesmos olhos da escola.
Fonte:
http://spotniks.com/7-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-nos-ultimos-meses/
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Norueguês que se sentiu culpado pelo fato do seu estuprador ter sido deportado
O norueguês Karsten Nordal Hauken, que se classifica como um feminista anti-racista, foi violentado sexualmente há cinco anos por um refugiado somali. Kasten diz que se tornou depressivo e viciado em drogas após o incidente.
Apesar disso, num artigo publicano no último mês de abril no site da emissora de TV estatal norueguesa NRK, ele alega ter se sentido mal quando soube que seu agressor seria deportado para a Somália, mesmo depois de ter cumprido uma pena de quatro anos de prisão.
“Primeiramente, senti um misto de alívio e felicidade ao saber que ele estava indo embora para sempre. O governo norueguês estava agindo de maneira vingativa, como um pai que confronta o estuprador de seu filho”, conta. “Me senti muito culpado e responsável pelo que estava acontecendo. Era a razão pela qual ele não permaneceria na Noruega, mas enfrentaria um futuro incerto na Somália”.
Para Karsten, a decisão não lhe parece a mais correta.
“Ele já tinha cumprido a pena na prisão. Por que ele deveria ser punido de novo? E desta vez de forma mais dura?”, questionou.
E se engana quem pensa que Karsten pesa apenas pelo refugiado somali em suas ponderações. Para ele, pesa também aquilo que as feministas pensarão de todo caso – especialmente pelo norueguês ousar se sentir mal por ter sido estuprado.
“Tenho medo de que nenhuma mulher vá me querer e que outros homens vão rir de mim. Medo de que eu serei taxado de anti-feminista quando digo que homens jovens que estão passando por um momento difícil precisam de mais atenção.”
Eis aquilo que pode ser entendido como uma perfeita ditadura do politicamente correto.
Fonte:
http://spotniks.com/7-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-nos-ultimos-meses/
A diretora de cinema feminista perseguida pelo movimento feminista
Cassie Jaye é uma diretora de cinema feminista norte americana que decidiu retratar nas telonas um movimento curioso, até então pouco documentado: o Men’s Rights Movement.
Cassie já possuía um currículo militante antes de lançar a obra – The Red Pill – e chegou a vencer dois prêmios em festivais internacionais de cinema, com um documentário falando sobre a dificuldade das mães solteiras e outro sobre o casamento gay.
A ideia original com The Red Pill era tentar entender como funciona um movimento de direito dos homens e por que raios ele justifica sua existência. Cassie, no entanto, decidiu fazer isso de um modo que irritaria profundamente o movimento feminista: com uma abordagem imparcial.
Foi à gota d’água. Para o movimento feminista, ao dar uma voz ao Men’s Rights Movement e retratá-lo da forma menos enviesada possível, ouvindo os dois lados da história, Cassey acabou se transformando numa propagandista da “cultura machista”.
“Eu comecei a convidar feministas para serem entrevistadas para o filme. Tivemos uma autora popular feminista que estava programada para estar no filme. Depois de nos dirigirmos até Los Angeles, ela cancelou na noite anterior alegando que se sentia ‘insegura'”, ela conta.
Perseguida, viu o Kino Cinema, de Melbourne, ser forçado a cancelar a estreia do filme graças à pressão sofrida pelo movimento feminista pela internet.
Para Cassey, só há uma opção possível para levar sua obra adiante sem qualquer problema: construindo um documentário enviesado.
Fonte:
http://spotniks.com/7-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-nos-ultimos-meses/
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Estes psicólogos politicamente corretos...
Não preciso ter ambições. Só tem uma coisa que eu quero muito: que a humanidade viva unida... negros e brancos todos juntos.
(Bob Marley)
O professor universitário que está sendo perseguido por seus alunos por não usar pronomes de gênero neutro
Não são raros os idiomas, como o nosso, que apresentam binaridade no gênero de seus pronomes – masculinos e femininos, como você deve ter aprendido na escola. Por essa razão, algumas pessoas, especialmente militantes da causa feminista – que acusam a língua portuguesa de ter uma predominância do gênero masculino no discurso – promovem a utilização do gênero neutro em suas falas.
Quer um exemplo? “Os alunos”.
Você deve estar pensando:
– É fácil resolver essa, basta escrever “os(as) alunos(as)”, certo?
Não para os militantes, que acusam essa tentativa de solução de criar uma divisão binária dos gêneros, limitando as pessoas a se definirem obrigatoriamente como masculinas ou femininas. O que isso causa, segundo eles? Desconforto à comunidade trans, que diz ter o reconhecimento de sua identidade de gênero negado.
A solução encontrada na língua portuguesa (e também na espanhola): substituir as vogais pela letra x ou o arroba (@). Assim, “os alunos” viram “xs alunxs” ou “@s alun@x” nos textões engajados.
Um professor universitário canadense, no entanto, está causando confusão justamente por decidir não aderir à nova ortografia militante. Jordan Peterson, professor de psicologia da Universidade de Toronto, disse em vídeo que se recusava a usar os pronomes “ze” e “zir” no lugar de “she” e “he” no idioma inglês.
“Se a pessoa trans quer ser chamada de “ele” ou “ela”, meu bom senso é o de abordá-la de acordo com o gênero que a pessoa se apresenta”, ele conta. “Eu estudei o autoritarismo por um bom tempo – por 40 anos – e ele começa nessa tentativa de as pessoas controlarem a ideologia e a língua dos outros. De maneira alguma vou usar palavras inventadas por pessoas que estão tentando fazer o mesmo. Sem chance.”
Pouco tempo depois da publicação online do vídeo, o caso chegou ao Departamento de Psicologia da Universidade de Toronto, que emitiu uma advertência ao professor. Mesmo docentes de outros cursos já disseram, através de uma carta, que a atitude de Peterson é “inaceitável, emocionalmente perturbadora e dolorosa”. E o caso não parou por aí: até o seu escritório de psicologia vem sofrendo atos de vandalismo por conta de sua posição.
Peterson vem resistindo como pode, como se fosse um personagem saído de um livro distópico escrito por George Orwell. Sua história, porém, é perturbadoramente real.
Fonte:
http://spotniks.com/7-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-nos-ultimos-meses/
A modelo plus-size que emagreceu 108 quilos e agora recebe ameaças de morte de “ativistas da gordura”
Rosie Mercado é uma norte americana de Nevada que decidiu modificar drasticamente seus hábitos de saúde após receber um inconveniente comunicado de sua companhia aérea, antes de embarcar num voo que realizaria entre Los Angeles e Nova York ainda em 2011.
“Senhora, a senhora não vai conseguir sentar numa poltrona. A senhora precisa comprar outro assento.”
Eram as palavras mágicas que a então modelo plus-size precisava ouvir antes de decidir entrar num curso com o coach Tony Robbins e enfrentar pela primeira vez o excesso de peso.
Nos últimos anos, Rosie conta ter trocado o vício pelo fast-food por proteínas magras, frutas e verduras, e a vida sedentária pelos exercícios regulares. Hoje, a modelo frequenta a academia seis vezes por semana em sessões de uma hora. Já emagreceu 108 quilos desde então.
Ok. Mas o que há de errado com isso tudo? Essa é mais uma história de superação, de alguém que enfrenta suas maiores dificuldades para alcançar um nobre objetivo, certo?
Quase isso. De acordo com uma reportagem do “TMZ”, Rosie tem recebido constantes ameaças de morte e sugestões para se suicidar por parte de “ativistas da gordura” que não se conformam com sua perda de peso e especialmente a exposição pública dos “antes” e do “depois”.
“Tenho recebido e-mails com ódio. Não muitos de outras modelos, mas de fãs. Eles me dizem para pular de uma ponte por ter perdido peso”, ela diz. “Os ativistas da gordura odeiam o fato de a minha perda de peso se tornar pública.”
Rosie conta que não poderia estar mais feliz com a decisão que tomou. Não imaginaria, no entanto, ter que encarar um outro peso pela frente: o dos militantes virtuais que querem condenar seus novos hábitos saudáveis jurando que tudo, no fundo, não passa de mera gordofobia.
Fonte:
http://spotniks.com/7-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-nos-ultimos-meses/
Estudantes que acreditam que a ciência é racista e deveria ser abolida
Estudantes de ciências humanas da Universidade de Cape Town, na África do Sul, estão indignados com o modo como as pessoas encaram a ciência moderna – uma evidente máquina de segregação racial e colonialismo, segundo eles. Para o grupo, a ciência é um “produto da modernidade ocidental” e deve ser completamente abolida, “especialmente na África”.
“Eu tenho uma pergunta para todas as pessoas da ciência. Há um lugar em KZN (KwaZulu-Natal) chamado Umhlabuyalingana. Eles acreditam que através da magia – que vocês chamam de magia negra e eles chamam de feitiçaria – você é capaz de enviar relâmpagos para atacar alguém. Vocês podem explicar isso cientificamente? Porque isso é algo que acontece.”
De acordo com a estudante, a bruxaria seria como a teoria de Isaac Newton sobre a gravidade: apenas uma maneira de explicar o mundo, assim como tantas outras, embora completamente ignorada pela comunidade científica internacional.
A razão por que ela não é levada a sério? A visão eurocêntrica e racista da ciência, que ignora as contribuições africanas para o debate.
“Descolonizar a ciência significaria acabar com ela completamente e começar tudo de novo para lidar com o modo como reagimos ao ambiente e como nós a entendemos.”
Para os estudantes de Cape Tow é preciso um novo rumo ao debate científico internacional, que respeite o misticismo africano. Para fortalecer sua campanha, eles estão usando a internet para expor as suas visões através da hashtag #ScienceMustFall (#ACiênciaPrecisaCair).
Fonte:
http://spotniks.com/7-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-nos-ultimos-meses/
“Eu tenho uma pergunta para todas as pessoas da ciência. Há um lugar em KZN (KwaZulu-Natal) chamado Umhlabuyalingana. Eles acreditam que através da magia – que vocês chamam de magia negra e eles chamam de feitiçaria – você é capaz de enviar relâmpagos para atacar alguém. Vocês podem explicar isso cientificamente? Porque isso é algo que acontece.”
De acordo com a estudante, a bruxaria seria como a teoria de Isaac Newton sobre a gravidade: apenas uma maneira de explicar o mundo, assim como tantas outras, embora completamente ignorada pela comunidade científica internacional.
A razão por que ela não é levada a sério? A visão eurocêntrica e racista da ciência, que ignora as contribuições africanas para o debate.
“Descolonizar a ciência significaria acabar com ela completamente e começar tudo de novo para lidar com o modo como reagimos ao ambiente e como nós a entendemos.”
Para os estudantes de Cape Tow é preciso um novo rumo ao debate científico internacional, que respeite o misticismo africano. Para fortalecer sua campanha, eles estão usando a internet para expor as suas visões através da hashtag #ScienceMustFall (#ACiênciaPrecisaCair).
Fonte:
http://spotniks.com/7-vezes-em-que-o-politicamente-correto-passou-de-todos-os-limites-nos-ultimos-meses/
domingo, 18 de dezembro de 2016
Até você Charlie Brown?
"O dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo desaparece." (Morgan Freeman)
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